domingo, 21 de dezembro de 2008
Memória
Edilson Martins fez a última entrevista com Chico Mendes
http://blogdaamazonia.blog.terra.com.br/
Ponte Nova
Sabemos da força, da capacidade de superação e solidariedade do nosso povo.
Vamos reconstruir.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Raposa Serra do Sol
Vamos ficar de olho no julgamento do Supremo...
http://pt.wikipedia.org/wiki/Raposa_Serra_do_Sol
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Frases
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Raposa Serra do Sol
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Mas... é preciso ~~~~
É cuidar do jardim para que elas venham até você.
Mário Quintana
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Amor
domingo, 2 de novembro de 2008
terça-feira, 30 de setembro de 2008
José Saramago
TELEMARKETING
Toca o telefone...
- Alô.
- Alô, poderia falar com o responsável pela linha?
- Pois não, pode ser comigo mesmo.
- Quem fala, por favor?
- Edson.
- Sr. Edson, aqui é da Telefônica, estamos ligando para oferecer a
promoção Telefônica linha adicional, onde o Sr. tem direito...
- Desculpe interromper, mas quem está falando?
- Aqui é Rosicleide Judite, da Telefônica, e estamos ligando...
- Rosicleide, me desculpe, mas para nossa segurança, gostaria de conferir
alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser?
- ... bem, pode.
- De que telefone você fala? Minha bina não identificou.
- 103
- Você trabalha em que área, na Telefônica?
- Telemarketing Pró Ativo.
- Você tem número de matrícula na Telefônica?
- Senhor, desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.
- Então terei que desligar, pois não posso ter segurança que falo com uma
funcionária da Telefônica.
- Mas posso garantir...
- Além do mais, sempre sou obrigado a fornecer meus dados a uma legião de
atendentes sempre que tento falar com a Telefônica.
- Ok.... Minha matrícula é 34591212
- Só um momento enquanto verifico.
(Dois minutos)
- Só mais um momento.
(Cinco minutos)
- Senhor?
- Só mais um momento, por favor, nossos sistemas estão lentos hoje.
- Mas senhor...
- Pronto, Rosicleide, obrigado por haver aguardado. Qual o assunto?
- Aqui é da Telefônica, estamos ligando para oferecer a Promoção linha
adicional, onde o Sr. tem direito a uma linha adicional. O senhor está
interessado, Sr. Edson?
- Rosicleide, vou ter que transferir você para a minha esposa, por que é ela
quem decide sobre alteração e aquisição de planos de telefones. Por favor,
não desligue, pois essa ligação é muito importante para mim.
(coloco o telefone em frente ao aparelho de som, deixo a música Festa no Apê
do Latino tocando no Repeat (eu sabia que um dia essa droga iria servir para
alguma coisa!), depois de tocar a música toda, minha mulher atende:
- Obrigado por ter aguardado.... pode me dizer seu telefone pois meu bina
não identificou..
- 103
- Com quem estou falando, por favor.
- Rosicleide
- Rosicleide de que?
- Rosicleide Judite (já demonstrando certa irritação na voz)
- Qual sua identificação na empresa..
- 34591212 (mais irritada ainda!)
- Obrigada pelas suas informações, em que posso ajudá-la?
- Aqui é da Telefônica, estamos ligando para oferecer a promoção linha
adicional, onde a Sra. tem direito a uma linha adicional. A senhora está
interessada?
- Vou abrir um chamado e em alguns dias entraremos em contato para dar um
parecer, pode anotar o protocolo por favor.....alô, alô!
- TUTUTUTUTU...
- Desligou.... nossa que moça impaciente!
domingo, 20 de julho de 2008
Veinte e tantos años

sábado, 28 de junho de 2008
Redescobrir como se fora brincadeira de roda

Elis Regina
Luiz Gonzaga Jr.
Como se fora
A brincadeira de roda
Memória!
Jogo do trabalho
Na dança das mãos
Macias!
O suor dos corpos
Na canção da vida
História!
O suor da vida
No calor de irmãos
Magia!
Como um animal
Que sabe da floresta
Memória!
Redescobrir o sal
Que está na própria pele
Macia!
Redescobrir o doce
No lamber das línguas
Macias!
Redescobrir o gosto
E o sabor da festa
Magia!
Vai o bicho homem
Fruto da semente
Memória!
Renascer da própria força
Própria luz e fé
Memória!
Entender que tudo é nosso
Sempre esteve em nós
História!
Somos a semente
Ato, mente e voz
Magia!
Não tenha medo
Meu menino povo
Memória!
Tudo principia
Na própria pessoa
Beleza!
Vai como a criança
Que não teme o tempo
Mistério!
Amor se fazer é tão prazer
Que é como fosse dor
Magia!
Como se fora
Brincadeira de roda
Memória!
Jogo do trabalho
Na dança das mãos
Macias!
O suor dos corpos
Na canção da vida
História!
O suor da vida
No calor de irmãos
Magia!...
Como se fora
Brincadeira de roda
Jogo do trabalho
Na dança das mãos
O suor dos corpos
Na canção da vida
O suor da vida
No calor de irmãos...
terça-feira, 29 de abril de 2008
O Trabalho da Borboleta
http://www.aforcadobem.org.br/borboleta.php
"Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.
Eu pedi Força...e Deus me deu Dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi Sabedoria...e Deus me deu Problemas para resolver.
Eu pedi Prosperidade...e Deus me deu Cérebro e Músculos para trabalhar.
Eu pedi Coragem... e Deus me deu Perigo para superar.
Eu pedi Amor... e Deus me deu pessoas com Problemas para ajudar.
Eu pedi Favores... e Deus me deu Oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi... Mas eu recebi tudo de que precisava."
sábado, 26 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
SODADE
Quem mostra' bo
Ess caminho longe?
Quem mostra' bo
Ess caminho longe?
Ess caminho
Pa São Tomé
Sodade sodade
Sodade
Dess nha terra Sao Nicolau
Si bô 'screvê' me
'M ta 'screvê be
Si bô 'squecê me
'M ta 'squecê be
Até dia
Qui bô voltà
Sodade sodade
Sodade
Dess nha terra Sao Nicolau
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Vou remando minha Canoa
Vou remando minha canoa
Lá pro poço do pesqueiro
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Arriscando minha vida
Numa canoa furada
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Adeus, adeus, toma adeus
Que eu já vou-me embora
Eu morava no fundo d'água
Não sei quando eu voltarei
Eu sou canoeiro
Eu não moro mais aqui
Nem aqui quero morar
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Moro na casca da lima
No caroço do juá
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Adeus, adeus, toma adeus
Que eu já vou-me embora
Eu morava no fundo d'água
Não sei quando eu voltarei
Eu sou canoeiro
Rio abaixo, rio acima
Tudo isso eu já andei
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Procurando amor de longe
Que de perto eu já deixei
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Adeus, adeus, como adeus
Que eu já vou-me embora
Eu morava no fundo d'água
Não sei quando eu voltarei
Eu sou canoeiro
Beira mar, beira mar novo
Foi só eu é que cantei
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Terras Indígenas
http://www.socioambiental.org
No Brasil, quando se fala em Terras Indígenas, há que se ter em mente, em primeiro lugar, a definição e alguns conceitos jurídicos materializados na Constituição Federal de 1988 e também na legislação específica, em especial no chamado Estatuto do Índio (Lei 6.001/73), que está sendo revisto pelo Congresso Nacional.
A Constituição de 1988 consagrou o princípio de que os índios são os primeiros e naturais senhores da terra. Esta é a fonte primária de seu direito, que é anterior a qualquer outro. Conseqüentemente, o direito dos índios a uma terra determinada independe de reconhecimento formal.
A definição de terras tradicionalmente ocupadas pelos índios encontra-se no parágrafo primeiro do artigo 231 da Constituição Federal: são aquelas "por eles habitadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural, segundo seu usos, costumes e tradições".
No artigo 20 está estabelecido que essas terras são bens da União, sendo reconhecidos aos índios a posse permanente e o usufruto exclusivo das riquezas do solo, dos rios e dos lagos nelas existentes.
Não obstante, também por força da Constituição, o Poder Público está obrigado a promover tal reconhecimento. Sempre que uma comunidade indígena ocupar determinada área nos moldes do artigo 231, o Estado terá que delimitá-la e realizar a demarcação física dos seus limites. A própria Constituição estabeleceu um prazo para a demarcação de todas as Terras Indígenas (TIs): 5 de outubro de 1993. Contudo, isso não ocorreu, e as TIs no Brasil encontram-se em diferentes situações jurídicas (demarcação).
Grande parte das Terras Indígenas no Brasil sofre invasões de mineradores, pescadores, caçadores, madeireiras e posseiros. Outras são cortadas por estradas, ferrovias, linhas de transmissão ou têm porções inundadas por usinas hidrelétricas. Freqüentemente, os índios colhem resultados perversos do que acontece mesmo fora de suas terras, nas regiões que as cercam: poluição de rios por agrotóxicos, desmatamentos etc. (conflitos e polêmicas)
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Gracias a la vida
Miragem do porto
(Lenine e Bráulio Tavares)
Muy boa, com Virginia Rosa ficou muy bom tbm......
Eu sou aquele navio
no mar sem rumo e sem dono.
Tenho a miragem do porto
pra reconfortar meu sono,
e flutuar sobre as águas
da maré do abandono
Ê lá no mar
Eu vi uma maravilha.
Vi o rosto de uma ilha
Numa noite de luar
Êta luar
Lumiou meu navio,
Quem vai lá no mar bravio
Não sabe o que vai achar
E sou a ilha deserta
Onde ninguém quer chegar.
Lendo a rota das estrelas,
na imensidão do mar
chorando por um navio
ai, ai, ui, ui
Que passou sem lhe avistar
QUINCAS


Joaquim José da Silva Xavier
Se não alterarem o que resta da "história", deverá permanecer por muitos anos como um dos maiores Brasileiros.
Tiradentes,
Conheceu bem o Caminho Novo, pois nele serviu como:
Comandante do Destacamento do Caminho Novo;
Comandante da Patrulha do Mato; e responsável pelo a abertura de um de seus troços.
Morou por volta de um ano na cidade carioca, período em que idealizou projetos de vulto, como a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para a melhoria do abastecimento d'água no Rio de Janeiro; porém, não obteve aprovação para a execução das obras.
Pelos seus arraiais defendeu as idéias do movimento inconfidente e, como punição, nele teve expostas as partes de seu corpo, esquartejado no Rio de Janeiro:
no sítio da Cebola (atual Inconfidência, Paraíba do Sul);
no arraial da Igreja Nova (atual Barbacena)
na estalagem da Varginha (atual Conselheiro Lafaiete); e
no sítio das Bandeiras (atual Ouro Preto).
(fonte: Wikipédia)
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Amyr Klink

Onde o Brasil se situa no cenário náutico mundial?
A jangada brasileira é uma embarcação genial. A jangada de piúba é o único barco a vela de trabalho no mundo que não tem leme. Quase ninguém tem competência intelectual para conduzir uma e entender a sofisticação tecnológica que tem ali. O mestre jangadeiro emenda as peças de gororoba com linha. Ninguém da Nasa sabe fazer isso. Pode dar uma floresta de gororoba pra ele, que não vai conseguir. Há alguns anos, doamos uma jangada para um museu na Suécia. E houve um mal-estar maravilhoso. Quando receberam a jangada, telefonaram ofendidíssimos porque mandamos as tralhas de pesca, as velas, mas havíamos “esquecido” de enviar o leme. E lá estavam eles com um velejador olímpico em um lago, perto da casa do rei, e nada de a jangada andar. Hoje temos o privilégio de poder misturar o máximo de conhecimento acadêmico, tecnológico, industrial com esse conhecimento aplicado, prático, verdadeiro, mas que infelizmente ninguém dá atenção porque ele está atrás da precariedade.
domingo, 30 de março de 2008
sábado, 15 de março de 2008
Nuvens Churrosas
Assim falou Zaratustra
“A vida é dura de suportar; mas, por favor, não vos façais de tão delicados! Não passamos, todos juntos, de umas lindas bestas de carga.
Que temos em comum com o botão de rosa, que estremece ao sentir sobre o corpo uma gota de orvalho?
É verdade: amamos a vida, porque estamos acostumados não à vida, mas a amar.
Ha sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre, também, alguma razão na loucura.
E também a mim, que sou bondoso com a vida, parece-me que as borboletas e as bolhas de sabão e o que mais do gênero ha entre os homens, são as que melhor conhecem a felicidade. Ver voejar essas alminhas loucas, leves e graciosas – induz Zaratustra a chorar e a cantar.
Eu acreditaria somente num Deus que soubesse dançar.
E, quando vi o meu Diabo, achei-o sério, metódico, profundo, solene: era o espírito da gravidade – a causa pela qual todas as coisas caem.
Não é com a ira que se mata, mas com o riso. Eia, pois, vamos matar o espírito da gravidade! Aprendi a caminhar; desde então, gosto de correr. Aprendi a voar; desde então, não preciso que me empurrem, para sair do lugar.
Agora estou leve; agora vôo; agora, vejo-me debaixo de mim mesmo; agora um Deus dança dentro de mim.
Assim falou Zaratustra.”
(Nietzsche)
Música Cubana muy boa
Luego a Cueto voy para Mayarí
El cariño que te tengo
Yo no lo puedo negar
Se me sale la babita
Yo no lo puedo evitar
Cuando Juanica y Chan Chan
En el mar cernían arena
Como sacudía el 'jibe'
A Chan Chan le daba pena
Limpia el camino de pajas
Que yo me quiero sentar
En aquel tronco que veo
Y así no puedo llegar
De Alto Cedro voy para Macané
Luego a Cueto voy para Mayarí
Boa música
(Lenine e Bráulio Tavares)
Eu sou aquele navio
no mar sem rumo e sem dono.
Tenho a miragem do porto
pra reconfortar meu sono,
e flutuar sobre as águas
da maré do abandono
Ê lá no mar
Eu vi uma maravilha.
Vi o rosto de uma ilha
Numa noite de luar
Êta luarLumiou meu navio,
Quem vai lá no mar bravio
Não sabe o que vai achar
E sou a ilha deserta
Onde ninguém quer chegar.
Lendo a rota das estrelas,
na imensidão do mar
chorando por um navio
ai, ai, ui, ui
Que passou sem lhe avistar.
domingo, 9 de março de 2008
Empurra não...
Diz que não?
Ilusão?!
Venceu, não toda... ainda há tempo.
Todo.
Não, pois toda ilusão é muito pouco.
Talento
Mensagem

Para recordar a quem o viesse a ler que usamos perversamente a razão quando humilhamos a vida, que a dignidade do ser humano é todos os dias insultada pelos poderosos do nosso mundo, que a mentira universal tomou o lugar das verdades plurais, que o homem deixou de respeitar-se a si mesmo quando perdeu o respeito que devia ao seu semelhante.
sábado, 8 de março de 2008
Início de Viagem
Espero que aqueles que acompanharem as minhas viagens me perdoem pelo amadorismo e ingenuidade de minhas experiências. (Brejas)
Braços.















