quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Foto com Orquídea



A paisagem da janela lateral, continua sendo a busca...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

T i T i T a



T udo está ficando visível.
I stmo ligando 4 continentes:
T ernura, Delicadeza, Força e Bondade.
I mpossível não crer,
anta beleza reunida.
A mor? Só pode ser.

domingo, 8 de novembro de 2009

sábado, 7 de novembro de 2009

Ah tá!


' Poucos querem o amor, porque amor é a grande desilusão de tudo o mais. E poucos suportam perder todas as outras ilusões'.

sábado, 24 de outubro de 2009

Repensar 1

Por que só nos contos de fada
os pobres fracos vencem os ricos nobres?
Por que os ricos dos países pobres
são pobres perto dos ricos dos países ricos?
Por que os pobres ricos dos países pobres
não se aliam aos pobres dos países pobres
para enfrentar os ricos dos países ricos,
cada vez mais ricos,
mesmo quando investem nos países pobres?

Affonso Romano de Sant'Anna

Repensar

06/05/2006

PT Chico Buarque

Folha - Como você vê a atuação da mídia no escândalo do mensalão?

Tem gente que ainda diz que a mídia criou ou inventou essa crise.

Chico - Não acho que a mídia tenha inventado a crise. Mas a mídia ecoa muito mais o mensalão do que fazia com aquelas histórias do Fernando Henrique, a compra de votos, as privatizações. O Fernando Henrique sempre teve uma defesa sólida na mídia, colunistas chapa-branca dispostos a defendê-lo. O Lula não tem. Pelo contrário, é concurso de porrada para ver quem bate mais.



quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Grande time de Volei

Outdoor encontrado nos arredores de diversas cidades da Europa.


















Quem será aquela loirinha???

domingo, 18 de outubro de 2009

Teu sorriso


Teu sorriso é uma navalha

que abre meu coração



Jb / Ab

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Ô riacho, ô canoa, ô saudade:

Milton Nascimento - Beira mar
Vou remando minha canoa
Lá pro poço do pesqueiro
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Arriscando minha vida
Numa canoa furada
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Adeus, adeus, toma adeus
Que eu já vou-me embora
Eu morava no fundo d'água
Não sei quando eu voltarei
Eu sou canoeiro

Eu não moro mais aqui
Nem aqui quero morar
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia

Moro na casca da lima
No caroço do juá
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia

Adeus, adeus, toma adeus

Rio abaixo, rio acima
Tudo isso eu já andei
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Procurando amor de longe
Que de perto eu já deixei
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia

Adeus, adeus, como adeus
Que eu já vou-me embora
Eu morava no fundo d'água
Não sei quando eu voltarei
Eu sou canoeiro

Beira mar, beira mar novo
Foi só eu é que cantei
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia.

Repensar.... mudar conceitos...

É... depois deste comentário:
Lima Disse:
O fundamental é que estamos em uma época, no sistema da vida em que a entropia deixa as situações mais complexas (caóticas) e menos previsíveis. Maior complexidade determina mais possibilidades, mas algo só ocorrerá se fizer parte das possibilidades, logo o acaso não faz parte do provável.

O acaso, dependendo da visão limitada, é relacionado à sorte ou azar, mas o que é a sorte, senão uma oportunidade somada à escolha(s) sensata(s) e a repetição disto desenvolve ao chamado “sortudo”, ou seja, aquele que treina, que repete a feitura de escolhas certas, já que vida é a eterna fonte de oportunidades.
O Oscar, seu colega de R7, renegou o slogan Mão Santa. Ele disse, “mão santa nada. O que faço, é resultado de muito treino”. E ele costumava ficar treinando arremessos sempre que encerravam os coletivos.

Tudo o que a alma humana faz e repete, reforça um registro interno chamado de sanskar (literalmente, memória: onde ficam registradas as crenças, valores, lembranças, talentos, instintos) ou seja, o que nos torna únicos, singulares. São os sanskars que “intermediam” os papéis e relacionamentos manifestados pelas escolhas: reativas ou proativas. Os sanskars, a alma carrega em si, através de sua existência, mas se assistir ao último capítulo de uma novela sem ter acompanhado os anteriores, fico sem entender porque alguns se deram bem e outros nem tanto. É por não crer no processo cíclico que costuma-se direcionar os acontecimentos ao destino ou ao divino. Foi a vontade de Deus alguns dizem. E quando não é algo bom, também é a vontade do Deus que eu considerava Bom e Benfeitor? Aquele que sempre é bom, não pode fazer o mal. Ele nem sabe o que é o mal. Diante da lei de causalidade, há sempre dois ingredientes que eliminam o acaso: predestinação (tudo é desencadeado por eventos interligados) e livre arbítrio (em última instância é você o último a decidir sua ação – por isto o fruto delas recaem sobre si e não sobre Deus, se tudo fosse vontade Dele).
Não consegui twitar. Repasso q ele Indicou
http://www.bkwsu.org/brazil/sedes/Regiao_Sudeste/Sao_Paulo/Sao_Paulo

domingo, 11 de outubro de 2009

Mercedes Sosa

Mercedes Sosa

http://www.youtube.com/watch?v=bkhmyZrwj8I&feature=channel_page

Comentário

walterleon46 tal vez com desden em tua partida te peço perdão pela nossa incensibilidade,tu que sempre trataste con tanta dor a nossa dependencia como colonia,peço a Deus que te tenha sempre baixo seu manto de proteção e ele te abençõe eternamente.

Da locomotiva do Brasil Sampa,vejo com muita dor a poca sencibilidade Paulista na tua partida,não fizemos sequer uma homenaje a quem dice em varias oportunidades o carinho dela para com nos Latino Americanos que sempre cantou para nos como "hermanos queridos" colonia sofredora,para os mais humildes os sempre excluidos.Em nome deles te peço perdão,Deus te abençõe,continuaras vivendo em nossos corações por uma eternidade. rosaloreto
Mercedes Sosa, tu vives para sempre em nossos corações!!! Belíssima canção que toca fundo a alma humana!!

E esquecem facilmente....

Song Around the World | Stand By Me

Muito bom mesmo... Dica: Oir...

http://br.video.yahoo.com/watch/4130309/11125862

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Mercedes



Gracias...

Los bailes de la vida

Fue en los bailes de la vida
O en un bar
A cambio de pan
Que mucha gente buena
Hizo pie en la profesion
De tocar un instrumento
O de cantar
Sin importarle
Si el que pago quiere oir
Fue asi.

Gracias...

Cantar era buscar el camino
Que fuera hasta el sol
Tengo conmigo
El recuerdo de lo que era
Para cantar nada era lejos
Yo era feliz
Hasta subir los sueños
En la caja de un camion
Era asi.

Gracias...

Con la ropa enlodada
Y el alma repleta de amor
Todo artista debe ir
Donde el pueblo esta
Si fue asi, asi sera
Cantando resucito
Y no me canso de vivir
Y de cantar

Gracias a la vida que me ha dado tanto
me dio dos luceros que cuando los abro
perfecto distingo lo negro del blanco
y en el alto cielo su fondo estrellado
y en las multitudes el hombre que yo amo

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado el oído que en todo su ancho
Graba noche y dia, grillos y canarios,
Martillos, turbinas, ladridos, chubascos,
Y la voz tan tierna de mi bien amado.

Gracias a la vida que me ha dado tanto
me ha dado el sonido y el abecedario
con él, las palabras que pienso y declaro
madre, amigo, hermano
y luz alumbrando la ruta del alma del que estoy amando

Gracias a la vida que me ha dado tanto
me ha dado la marcha de mis pies cansados
con ellos anduve ciudades y charcos
playas y desiertos, montañas y llanos
y la casa tuya, tu calle y tu patio

Gracias a la vida que me ha dado tanto
me dio el corazón que agita su marco
cuando miro el fruto del cerebro humano
cuando miro el bueno tan lejos del malo
cuando miro el fondo de tus ojos claros

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Pantanal

Poconé-MT
Passeio de barco Rio Cuiabá




Morada de Pescador

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Ninguem reparou na primavera

Flores, poucas.
Esperanças, demasiadas impossíveis.
Frutos comprados, com sabores duvidosos.
Fim e começo... de quê?
Tomara.

Boão Bosco e Aldir Blanc

Música: Sonho de Caramujo
Autores: João Bosco & Aldir Blanc

Nem menino eu era garotinho
vivia adulto sozinho
eu nunca fui aonde eu ia
andava em má companhia
entrava no livro que lia e fugia .


Neguinho me vendo em Quixeramobim
e eu andando de elefante em Bombaim


Cumpri o astral de caramujo musical:
hoje eu gripo ou canto
não vou pro céu mas já não vivo no chão
eu moro dentro da casca do meu violão

domingo, 13 de setembro de 2009

Amor

Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é facil. C.L.

sábado, 30 de maio de 2009

anima

Anima
Milton Nascimento

Lapidar minha procura toda trama
Lapidar o que o coração com toda inspiração
Achou de nomear gritando... alma
Recriar cada momento belo já vivido e mais,
Atravessar fronteiras do amanhecer,
E ao entardecer olhar com calma e então
Alma vai além de tudo que o nosso mundo ousa perceber
Casa cheia de coragem, vida tira a mancha que há no meu ser
Te quero ver, te quero ser
Alma
Viajar nessa procura toda de me lapidar nesse momento agora
De me reciar, de me gratificar de custo alma, eu sei
Casa aberta onde mora o mestre, o mago da luz, onde se encontra o templo
Que inventa a cor animará o amor onde se esquece a paz
Alma vai além de tudo que o nosso mundo ousa perceber
Casa cheia de coragem, vida todo afeto que há no meu ser
Te quero ver, te quero ser
Alma.

sábado, 9 de maio de 2009

Mãe


Para sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.


Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drumond de Andrade

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Minha Bela Cigana



http://www.youtube.com/watch?v=DLbJde-ftOw

Anda retira de cima esse manto de medo
Abre essa mão que eu vou revelar um segredo
Vou, meu irmão, lhe ensinar beber agua na fonte
Poder caminhar os caminhos do monte
Aonde amanhã novo sol vai nascer
É, nessa vida ninguem foge porque tem medo
É justamente o contrário, medrou quem fugiu
Vai meu irmão rasga as folhas do teu samba-enredo
Desvia teus barcos dos velhos rochedos
Mais tarde ou mais cedo meu darás razao

E foi assim que me disse a bela cigana
De brincos de ouro, de porte de dama
De vida e de morte no fundo do olhar
Leu minha mão me rezou e levou meu dinheiro
Mas a tal cigana não sabe, talvez
Tirou meu veleiro do fundo do mar

quarta-feira, 8 de abril de 2009

O Vencedor

Los Hermanos
http://www.youtube.com/watch?v=Wr5kCVATSbU

Composição: Marcelo Camelo

Olha lá quem vem do lado oposto
E vem sem gosto de viver
Olha lá que os bravos são escravos
Sãos e salvos de sofrer
Olha lá quem acha que perder
É ser menor na vida
Olha lá quem sempre quer vitória
E perde a glória de chorar
Eu que já não quero mais ser um vencedor,
Levo a vida devagar pra não faltar amor

Olha você e diz que não
Vive a esconder o coração

Não faz isso, amigo
Já se sabe que você
Só procura abrigo
Mas não deixa ninguém ver
Por que será?

Eu que já não sou assim
Muito de ganhar
Junto às mãos ao meu redor
Faço o melhor que sou capaz
Só pra viver em paz.

sábado, 21 de março de 2009

Los Hermanos

Quis nunca te perder
tanto que demais
via em tudo céu
fiz de tudo cais
dei-te pra ancorar
doces deletérios

e quis ter os pés no chão
tanto eu abri mão
que hoje eu entendi
sonho não se dá
é botão de flor
o sabor de fel
é de cortar

eu sei é um doce te amar
o amargo é querer-te pra mim
do que eu preciso é lembrar, me ver
antes de te ter e de ser teu, muito bem

quis nunca te ganhar
tanto que forjei
asas nos teus pés
ondas pra levar
deixo desvendar
todos os mistérios

sei tanto te soltei
que você me quis
em todo o lugar
lia em cada olhar
quanta intenção
eu vivia preso

eu sei é um doce te amar
o amargo é querer-te pra mim
do que eu preciso é lembrar, me ver
antes de te ter e de ser teu
o que eu queria o que eu fazia o que mais?
e alguma coisa a gente tem que amar
mas o que não sei mais

os dias que eu me vejo só
são dias que eu me encontro mais
e mesmo assim eu sei também
existe alguém pra me libertar

domingo, 22 de fevereiro de 2009

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Cidades de Minas

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM961486-7823-AS+CIDADES+MINEIRAS+E+SUAS+HISTORIAS,00.html

Faça você também Que gênio-louco é você? Uma criação de http://www.abyssinia.blogspot.com">O Mundo Insano da Abyssinia

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Carro de boi

Um Carro de Boi Dourado
Lenine

Composição: Francis Hime/Gilberto Gil


Um carro de boi dourado
Surgiu na estrada gemendo
Gemendo um doce gemido
Vozes vêm seguindo som
Bois elegantes puxando
Rodas de luzes piscando
Um carro de boi neon
Um carro de boi neon
Um carro de boi neon
Um carro de boi dourado
Florescente, iluminado
Trazendo Touro Sentado
Sentado ao lado de Tron
Buda sorrindo calado
Admirando o machado
Empunhado por Xangô
Os anjos celestiais
Os campeões mundiais
Nobres de Roma
E de Atenas
Escravas, louras Morenas
Todos desfilando atrás
Soldados Sábios, mucamas
Alfarrábios Fliperamas
Tudo desfilando atrás
Atrás do carro de boi
Atrás do carro de boi
Como na escola de samba
O bamba e o super-herói
Como na escola de samba
O bamba e o super-herói
Um carro de boi dourado
Passou na estrada gemendo
Trazendo Os deuses e o som
Um carro de boi neon
Um carro de boi neon
Ê, ô Neon Ê, ô


http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM888305-7823-A+TRADICAO+RURAL+DO+CARRO+DE+BOI,00.html

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Milton Yanomami

Ter de resisti à dor, à dor.
Sem comprender por que à dor, à dor.
Ter de suportar viver à dor, à dor.
E sem merecer à dor, à dor.
Se é esse o meu destino, quem é o algoz que o traçou.
Quem me contaminou.
Quem me doou a dor.
Homem não existe para ser só animal.
A sua história é mais que corporal.
Abre o sentido para ter, a liberdade.
Com todo mundo que é seu igual,
e solidário.
Pensará...
Amará...
Sonhará...
Saberá...
Que a felicidade da cidade não tem que o mato matar.
Ai a dor vai nos unir,
O fim da dor começa é assim,
É o filho que não para de crescer,
A fruta que vai madurar,
Aquela mão, aquela paz, morena, é aquele olhar
Que é sempre, verde verdejá
É aquele gesto humano,
É aquela voz humana,
É aquele amor humano, que chega e diz que vai ficar.

domingo, 18 de janeiro de 2009

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

sábado, 3 de janeiro de 2009

Reggae

Zeca Baleiro "Salão de Beleza"

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Felizimplicidade


Três Nascentes
João Pacífico

Tenho o sol que nasce
Por detrás do morro
Dá bom dia ao galo
Primeiro a despertar
O sol aquece o pasto
O sereno corta
Abro a minha porta
E vou trabalhar

Tenho uma nascente
Que vem lá da serra
Toca meu moinho
Toca meu monjolo
Enche a lagoa
Pra molhar a horta
Sento em minha porta
Vejo florescer

Tenho a lua branca
Nasce com as estrelas
Ilumina a mata
Borda todo o céu
Nasce o som da viola
Tudo me conforta
Fecho a minha porta
E sonho com você.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Ne Me Quitte Pas

Ne Me Quitte Pas

Catulo

Eu não sei tocá viola,
Mas seu toque me consola,
Verso de minha cachola
Nem que eu peleje não sai,
Nunca cantei um repente
Mas vivo munto contente,
Pois herdei perfeitamente
Um dos dote de meu pai.

Antonio Gonçalves da Silva

Raposa Serra do Sol


STF mantém demarcação contínua da reserva Raposa Serra do Sol
"Com essa decisão, o Brasil vai se olhar no espelho da história e não mais vai corar de vergonha. O Brasil agora vai resgatar sua dignidade",
Cultura: Entrevista com Sebastião Salgado - Caçador de luz (1999)