sábado, 24 de outubro de 2009

Repensar 1

Por que só nos contos de fada
os pobres fracos vencem os ricos nobres?
Por que os ricos dos países pobres
são pobres perto dos ricos dos países ricos?
Por que os pobres ricos dos países pobres
não se aliam aos pobres dos países pobres
para enfrentar os ricos dos países ricos,
cada vez mais ricos,
mesmo quando investem nos países pobres?

Affonso Romano de Sant'Anna

Repensar

06/05/2006

PT Chico Buarque

Folha - Como você vê a atuação da mídia no escândalo do mensalão?

Tem gente que ainda diz que a mídia criou ou inventou essa crise.

Chico - Não acho que a mídia tenha inventado a crise. Mas a mídia ecoa muito mais o mensalão do que fazia com aquelas histórias do Fernando Henrique, a compra de votos, as privatizações. O Fernando Henrique sempre teve uma defesa sólida na mídia, colunistas chapa-branca dispostos a defendê-lo. O Lula não tem. Pelo contrário, é concurso de porrada para ver quem bate mais.



quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Grande time de Volei

Outdoor encontrado nos arredores de diversas cidades da Europa.


















Quem será aquela loirinha???

domingo, 18 de outubro de 2009

Teu sorriso


Teu sorriso é uma navalha

que abre meu coração



Jb / Ab

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Ô riacho, ô canoa, ô saudade:

Milton Nascimento - Beira mar
Vou remando minha canoa
Lá pro poço do pesqueiro
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Arriscando minha vida
Numa canoa furada
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Adeus, adeus, toma adeus
Que eu já vou-me embora
Eu morava no fundo d'água
Não sei quando eu voltarei
Eu sou canoeiro

Eu não moro mais aqui
Nem aqui quero morar
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia

Moro na casca da lima
No caroço do juá
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia

Adeus, adeus, toma adeus

Rio abaixo, rio acima
Tudo isso eu já andei
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia
Procurando amor de longe
Que de perto eu já deixei
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia

Adeus, adeus, como adeus
Que eu já vou-me embora
Eu morava no fundo d'água
Não sei quando eu voltarei
Eu sou canoeiro

Beira mar, beira mar novo
Foi só eu é que cantei
Ô beira mar, adeus dona
Adeus riacho de areia.

Repensar.... mudar conceitos...

É... depois deste comentário:
Lima Disse:
O fundamental é que estamos em uma época, no sistema da vida em que a entropia deixa as situações mais complexas (caóticas) e menos previsíveis. Maior complexidade determina mais possibilidades, mas algo só ocorrerá se fizer parte das possibilidades, logo o acaso não faz parte do provável.

O acaso, dependendo da visão limitada, é relacionado à sorte ou azar, mas o que é a sorte, senão uma oportunidade somada à escolha(s) sensata(s) e a repetição disto desenvolve ao chamado “sortudo”, ou seja, aquele que treina, que repete a feitura de escolhas certas, já que vida é a eterna fonte de oportunidades.
O Oscar, seu colega de R7, renegou o slogan Mão Santa. Ele disse, “mão santa nada. O que faço, é resultado de muito treino”. E ele costumava ficar treinando arremessos sempre que encerravam os coletivos.

Tudo o que a alma humana faz e repete, reforça um registro interno chamado de sanskar (literalmente, memória: onde ficam registradas as crenças, valores, lembranças, talentos, instintos) ou seja, o que nos torna únicos, singulares. São os sanskars que “intermediam” os papéis e relacionamentos manifestados pelas escolhas: reativas ou proativas. Os sanskars, a alma carrega em si, através de sua existência, mas se assistir ao último capítulo de uma novela sem ter acompanhado os anteriores, fico sem entender porque alguns se deram bem e outros nem tanto. É por não crer no processo cíclico que costuma-se direcionar os acontecimentos ao destino ou ao divino. Foi a vontade de Deus alguns dizem. E quando não é algo bom, também é a vontade do Deus que eu considerava Bom e Benfeitor? Aquele que sempre é bom, não pode fazer o mal. Ele nem sabe o que é o mal. Diante da lei de causalidade, há sempre dois ingredientes que eliminam o acaso: predestinação (tudo é desencadeado por eventos interligados) e livre arbítrio (em última instância é você o último a decidir sua ação – por isto o fruto delas recaem sobre si e não sobre Deus, se tudo fosse vontade Dele).
Não consegui twitar. Repasso q ele Indicou
http://www.bkwsu.org/brazil/sedes/Regiao_Sudeste/Sao_Paulo/Sao_Paulo

domingo, 11 de outubro de 2009

Mercedes Sosa

Mercedes Sosa

http://www.youtube.com/watch?v=bkhmyZrwj8I&feature=channel_page

Comentário

walterleon46 tal vez com desden em tua partida te peço perdão pela nossa incensibilidade,tu que sempre trataste con tanta dor a nossa dependencia como colonia,peço a Deus que te tenha sempre baixo seu manto de proteção e ele te abençõe eternamente.

Da locomotiva do Brasil Sampa,vejo com muita dor a poca sencibilidade Paulista na tua partida,não fizemos sequer uma homenaje a quem dice em varias oportunidades o carinho dela para com nos Latino Americanos que sempre cantou para nos como "hermanos queridos" colonia sofredora,para os mais humildes os sempre excluidos.Em nome deles te peço perdão,Deus te abençõe,continuaras vivendo em nossos corações por uma eternidade. rosaloreto
Mercedes Sosa, tu vives para sempre em nossos corações!!! Belíssima canção que toca fundo a alma humana!!

E esquecem facilmente....

Song Around the World | Stand By Me

Muito bom mesmo... Dica: Oir...

http://br.video.yahoo.com/watch/4130309/11125862

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Mercedes



Gracias...

Los bailes de la vida

Fue en los bailes de la vida
O en un bar
A cambio de pan
Que mucha gente buena
Hizo pie en la profesion
De tocar un instrumento
O de cantar
Sin importarle
Si el que pago quiere oir
Fue asi.

Gracias...

Cantar era buscar el camino
Que fuera hasta el sol
Tengo conmigo
El recuerdo de lo que era
Para cantar nada era lejos
Yo era feliz
Hasta subir los sueños
En la caja de un camion
Era asi.

Gracias...

Con la ropa enlodada
Y el alma repleta de amor
Todo artista debe ir
Donde el pueblo esta
Si fue asi, asi sera
Cantando resucito
Y no me canso de vivir
Y de cantar

Gracias a la vida que me ha dado tanto
me dio dos luceros que cuando los abro
perfecto distingo lo negro del blanco
y en el alto cielo su fondo estrellado
y en las multitudes el hombre que yo amo

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado el oído que en todo su ancho
Graba noche y dia, grillos y canarios,
Martillos, turbinas, ladridos, chubascos,
Y la voz tan tierna de mi bien amado.

Gracias a la vida que me ha dado tanto
me ha dado el sonido y el abecedario
con él, las palabras que pienso y declaro
madre, amigo, hermano
y luz alumbrando la ruta del alma del que estoy amando

Gracias a la vida que me ha dado tanto
me ha dado la marcha de mis pies cansados
con ellos anduve ciudades y charcos
playas y desiertos, montañas y llanos
y la casa tuya, tu calle y tu patio

Gracias a la vida que me ha dado tanto
me dio el corazón que agita su marco
cuando miro el fruto del cerebro humano
cuando miro el bueno tan lejos del malo
cuando miro el fondo de tus ojos claros